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[las cosas no son como son... son como las vemos...] Mergulhados em um sofá Os contatos no telão Navegando a bolha que é estarmos juntos Você disse tanta besteira hilária Que encheria um gibi Eu lhe aumentei os sustos Já vi esse filme, mas me esqueci Como é bom Mesmo após um dia intenso Não devemos desencostar Vai que por acaso falte equilibrio Imagine que no futuro as pessoas Vão ler sobre nós E vão se admirar do jeito que a gente arrumou Pra não deixar de se amar
I can be an asshole of the grandest kind I can withhold like it’s going out of style I can be the moodiest baby and you’ve never met anyone who is as negative as I am sometimes I am the wisest woman you've ever met. I am the kindest soul with whom you've connected. I have the bravest heart that you've ever seen And you've never met anyone Who's as positive as I am sometimes. You see everything, you see every part You see all my light and you love my dark You dig everything of which I'm ashamed There's not anything to which you can’t relate And you’re still here I blame everyone else, not my own partaking My passive-aggressiveness can be devastating I'm terrified and mistrusting And you’ve never met anyone as, As closed down as I am sometimes. You see everything, you see every part You see all my light and you love my dark You dig everything of which I'm ashamed There's not anything to which you can’t relate And you’re still here What I resist, pe...
Por vezes somos pegos de surpresa... Hoje foi um desses meus dias. Estava eu, quieta comigo mesma. E foi aí, bem aí. Nesse olhar para dentro, nesse mergulhar no que sou que fui até ao que era. Ao que eu fiz. Ao que eu passei por cima e ao que não superei totalmente... E foi aí a 1ª surpresa: muito do que eu pensei que não havia superado havia ficado embaixo de quilos e quilos de concreto e o que eu passei por cima ainda está muito na superfície - o suficiente para se cavar com as mãos. Estranho e mais embaraçoso foi lembrar-me de cenas / fatos / falas / mentiras / promessas que eu encenei / vivi / disse / jurei / proferi / jurei. Estranho como há pessoas que só conhecem o teatro que eu fiz e acreditaram tão bem. A verdade é essa: eu tenho o que quero e só faço o que quero. Sim, eu me canso das coisas mas descartá-las não me fica bem. Gosto do papel de vítima. Aí, eu faço o que faço... E me esqueço do que fiz. E o faço tão bem que os poucos que sabem o esquecem também.... ... and it...

da série: músicas que me fazem falta

- Veja você onde é que o barco foi desaguar - a gente só queria o amor... - Deus às vezes parece se esquecer - ai, não fala isso, por favor Esse é só o começo do fim da nossa vida Deixa chegar o sonho, prepara uma avenida que a gente vai passar - Veja você, quando é que tudo foi desabar A gente corre pra se esconder... - E se amar, se amar até o fim - sem saber que o fim já vai chegar Deixa o moço bater que eu cansei da nossa fuga Já não vejo motivos pra um amor de tantas rugas não ter o seu lugar Abre a janela agora, deixa que o sol te veja É só lembrar que o amor é tão maior que estamos sós no céu Abre as cortinas pra mim que eu não me escondo de ninguém O amor já desvendou nosso lugar e agora esta de bem Deixa o moço bater que eu cansei da nossa fuga Já não vejo motivos pra um amor de tantas rugas não ter o seu lugar Diz quem é maior que o amor? Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora Vem, vamos além. Vão dizer que a vida é passageira Sem notar que a nossa estrela vai cair

Sobre o que aprendi.

Não aprendi muitas coisas até hoje. Mas posso dizer que no caminho prestei atenção a alguns detalhes e essa foi a minha primeira lição: os detalhes são muito importantes . Ir devagar também o é. Mas isso ainda é muito teórico. Na prática isso ainda não existe para mim. Além disso, eu aprendi que nem sempre as pessoas querem a verdade. Na verdade, elas adoram o mundo de Oz no qual vivem. Entretanto, se alguém te perguntar algo que tem a opção "sim" ou "não" não responda com um "talvez". Podemos dizer, então, que essa é a segunda lição: responda o que te perguntam diretamente . Mas não era somente isso. Aos poucos eu vi que há nuances. Não se responde, simplesmente. Porque podemos responder e não usar a sinceridade. E a sinceridade é algo deveras importante para mim. E essa foi a minha terceira lição: a mentira não te leva a lugar nenhum . Mas a mentira é parte da vida moderna, eu sei disso - e nem precisei aprender. Afinal, isso é quase uma regra universa...
Os silêncios de lá Fazem ecos aqui... ... e não duvide das minhas puras intenções... ... tampouco do que realmente sinto...

[about...]

você me disse muitas coisas. e eu prestei atenção. porque gosto de prestar atenção. acredito que é uma coisa que devemos dedicar a quem temos apreço. não me culpe se ao prestar atenção eu possa rever as cenas e entender as entrelinhas. você me disse muitas vezes algo sobre falta de confiança. realmente, acredito ser um problema da sociedade moderna tal falta de confiança. mas não é um problema meu. porque confio demais. confio que sou capaz de tudo. confio que nada me abala. confio que não vou morrer. confio que o mal não me alcança. e confio em terceiros. entretetanto, confiar não significa ser cega. e confesso que meu erro foi sê-lo. porque faço de tudo quando creio que vale a pena. mas não tenho sangue de barata. não esqueço as coisas facilmente. não me solto facilmente. e continuo prestando atenção. mas chega uma hora que me cansa. me cansa de ter que esperar. me cansa de ter que avaliar. me cansa de ter que não ser eu para agradar. me cansa não ter as respostas que quero. me cansa...
Às vezes eu quero chorar Mas o dia nasce e eu esqueço Meus olhos se escondem Onde explodem paixões E tudo que eu posso te dar É solidão com vista p'ro mar Ou outra coisa p'rá lembrar Podemos fingir tudo o que queremos. Podemos, dessa forma, ser o que quisermos e bem entendermos. No final das contas, ninguém perde muito tempo prestando atenção mesmo. Ninguém se preocupa com o que é real ou invenção. O que interessa mesmo é o que lhes agrada. Entretanto, em alguma altura do enredo, queremos ser para alguém o que só somos para nós. Não há nada pré-determinado. Não se escolhe o eleito. Não sei, sequer, se está relacionado a amor ou algo assim. É, simplesmente, uma vontade de deixar a máscara cair e ser quem somos realmente. Às vezes eu quero demais E eu nunca sei se eu mereço Os quartos escuros pulsam E pedem por nós E tudo que eu posso te dar É solidão com vista p'ro mar Ou outra coisa p'rá lembrar Se você quiser eu posso tentar mas Eu não sei dançar Tão devagar p'rá t...

... porque le han acordado de esta música...

... y porque sabemos que es así que el río suena... "Forgiven Not Forgotten" All alone, staring on Watching her life go by When her days are grey And her nights are black Different shades of mundane And the one eyed furry toy That lies upon the bed Has often heard her cry And heard her whisper out a name Long forgiven, but not forgotten You're forgiven not forgotten You're forgiven not forgotten You're forgiven not forgotten You're not forgotten A bleeding heart torn apart Left on an icy grave In the room where they once lay Face to face Nothing could get in their way But now the memories of the man are haunting her days And the craving never fades She's still dreaming of a man Long forgiven, but not forgotten You're forgiven not forgotten You're forgiven not forgotten You're forgiven not forgotten You're not forgotten Still alone, staring on Wishing her life goodbye As she goes searching for the man Long forgiven, but not forgotten You...
... porque tenho medo do que possa ter, por isso me calo. porque não sei até onde sou eu, por isso me calo. porque não sei aonde vou com tamanha pressa, por isso me calo. porque tenho demais por aqui e nada parece ser o suficiente, por isso me calo. porque não sei se o que tenho é o que realmente almejo, por isso me calo. porque tenho receio de cair no abismo, por isso me calo. porque vejo o futuro e renego o passado, por isso me calo. porque sou ansiosa e sei o que quero, por isso me calo. porque sou calma (inclusive) quando me perco, por isso me calo. porque finjo que sei, por isso me calo. porque não tenho mais medo, por isso me calo. porque agora (finalmente) me reconheço, por isso me calo. porque ao ter não me tens mais, por isso me calo. porque não vejo mais as mesmas cores, por isso me calo. porque sei que o horizonte não pára ali, por isso me calo. porque sei o que antes queria esconder, por isso me calo. porque sei que tudo que é eterno se mostra em breve finito, por isso me c...

O que nomeamos de saudade.

Estranha palavra que só existe na Língua Portuguesa. Estranho sentimento que só a nossa língua resolveu nomear - se é que nomeia porque isso que se diz "saudade" é algo muito além do que achamos que compreendemos. Por um tempo acreditei que só sentíamos saudades do que nos fez bem, do que nos foi agradável. Falso, muito falso. Sentimos saudades de tudo. Do que nos foi bom, é verdade. Mas sentimos saudades do que não vivemos, do que poderia ter sido, daquilo que foi por milésimos de segundos. E sentimos saudades até do que nos machucou - acredito que é porque temos sempre esse pensamento de que só os tempos antigos é que eram bons, eram os que valiam a pena. Coisa de quem fala a nossa língua, acredito também, pensamento coletivo criado pelos falantes da língua de Camões. Escutei isso há pouco e me ficou martelando. Porque saudade não é bom, saudade nos machuca, saudade nos impede de crescer, de caminhar. É um rancor no peito, uma sensação de perda no alto do estômago e amargor...

Manifesto

Costumo dizer que há coisas que não entendemos e que para o bom andamento da história simplesmente aceitamos. Claro e lógico que eu não sou dada a aceitações a troco de nada. Porque sou daquele tipo que procuro respostas para tudo - de perguntas filosofais às levantadas na novela das 8. Não aceito um "porque não", "porque sim", "porque acabou", "porque não te amo mais". Da mesma forma que não lido bem com pessoas medrosas. Ou com pessoas dissimuladas. Ou com aqueles que desistem fácil demais. Talvez seja por isso que nunca me apaixonei perdidamente por ninguém nessa vida, nunca tive um hobby que fizesse com que eu esquecesse do resto do mundo ou nunca tive um grupo de rock que fizesse com que eu colasse posters nas paredes e teto do meu quarto enlouquecendo os meus pais. Sempre fui o mais assustador tipo de garota: aquela que sabe o que quer e nada do que a cerca preenche os requisitos. Então nada atiça mais o meu interesse do que certas paixões ...
O conselho havia sido curto e grosso. E nem assim ela entendera o recado. O pior cego é aquele que não quer ver.
A onda ainda quebra na praia, Espumas se misturam com o vento. No dia em que você foi embora, Eu fiquei sentindo saudades do que não foi Lembrando até do que não vivi pensando nós dois Eu lembro a concha em seu ouvido, Trazendo o barulho do mar na areia. No dia em que você foi embora, Eu fiquei sozinho olhando o sol morrer Por entre as ruínas de santa cruz lembrando nós dois Os edifícios abandonados, As estradas sem ninguém, Óleo queimado, as vigas na areia, A lua nascendo por entre os fios do teus cabelos, Por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas Pois no dia em que você foi embora, Eu fiquei sozinho no mundo, sem ter ninguém, O último homem no dia em que o sol morreu

Dessas coisas que acontecem de repente...

[Ninguém é inofensivo] Parou frente ao espelho. Não séria, apenas ela. Ela que vinha correndo, pensando no que tinha que fazer e repetindo como um mantra o que não devia fazer, que sabia muito bem qual seria o próximo passo mas que vivia se esquecendo de fazer telefonemas, ela que perdia o fôlego mas disfarçava deveras bem... e , de repente, estava lá o espelho. De onde saíra? O que queria? O que indagava? Era um dia calmo, tranquilo e ensolarado. Meio da semana quase. Compras de supermercado atrasadas. Contas para pagar atrasadas. Muitos compromissos postergados. E agora, o que se queria realmente? Sabia mesmo o que devia e o que não devia fazer? Sabia realmente por que corria tanto? E apareceu o espelho. No qual ela quase trombou. E lhe olhava e lhe questionava. Por milésimos de segundos viu que ele lhe sorria. Mas como poderia ser? Que estranha sensação de ser e não ser ao mesmo tempo. Como queria simplesmente que nada acontecesse... E foi aí que viu. Foi aí que entendeu. Foi aí que...
Que me gaste yo la vida devorando cada pensamiento tuyo cada paso, que se borren tus lunares y aparezcan en reemplazo dibujados en tu cuerpo cada beso, cada abrazo. Y ahora que estás aquí yo de nuevo soy feliz pude entender que eras para mí. Dejame quererte tanto que te seques con mi llanto que se nuble cada cielo y que llueva hasta hacer charcos. Dejame besarte tanto hasta que quedes sin aliento y abrazarte con tal fuerza que te parta hasta los huesos. Y ahora que estas aqui yo de nuevo soy feliz, pude entender que eras para mí. Quiero excederme, perseguirte, pretenderte, quiero amarte noche y día, quiero gastarme la vida. Quiero amarrarte a mis sesenta de cintura, llevarte como un tatuaje, quiero perder la cordura. Quiero excederme, perseguirte, pretenderte, quiero amarte noche y día, quiero gastarme la vida. ... porque hay cosas que distraen, pero no me importan un pepino... ...las que quedan en silencio por aquí son las que me interesan... ... acuérdate de eso...
Nada me aflige mais do que a sensação de estar sentada numa cadeira incômoda. Aquela estranha esquizôfrenia de que a qualquer momento pode chegar alguém e dizer que aquele não é meu lugar. O pior é não descobrir o porquê de tal sensação. Igual a isso é estar em algum lugar no qual nos parece que está tudo perfeitamente em ordem. Mas escutamos além do silêncio e vemos além das formas.... E sabemos que não, nada está em seu devido lugar. E sim, tudo que está diante dos nossos olhos no fundo - talvez nem tão fundo assim - é um teatro, um grande teatro... ... e aos poucos tudo que se quer é voltar para o colegial, para as conversas nas escadas, para as corridas pelos corredores impecálvemente encerados, para o medo de que nos pegassem fazendo o proibido, para as cartas de amor anônimas e para a plena sensação de que o melhor ainda estava por vir...
La melancolía no desaparece ¡cómo llueve!, ¡cómo llueve! Ya es amiga mía, ya hasta me parece Que me quiere, que me quiere Ahora que no estás resbalando Va dentro de mi pensamiento Hasta el sábado ya no volverás Si lo pienso no me tengo El lunes nace ya, el martes llegará Con las calles tan vacías Roto el corazón El miércoles después, el jueves otra vez Cuando llueve cuatro días ¿cómo ida sin ti? El lunes llega ya, el martes es mortal ¿dónde estarás? La melancolía ya es amiga mía ¡cómo llueve!, ¡cómo llueve! Hoy me siento mal pero cuando estás Tus palabras me conmueven Tú me das la luz, me confortas tú Me dedicas tus canciones Y me llevas lejos de los sufrimientos Me provocas emociones El lunes nace ya, el martes llegará Con las calles tan vacías Roto el corazón El miércoles después, el jueves otra vez Cuando llueve cuatro días ¿cómo ida sin ti? El lunes llega ya, el martes es mortal ¿dónde estarás? La melancolía ya es amiga mía ¡cómo llueve!, ¡cómo llueve! Te telefoneo, me telefoneas E...
Como explicar o inexplicável? Dizer que por mais que seja complicado, no fundo é simples, que mesmo que pareça que não é importante, que não esteja sendo visto, os detalhes não passam despercibidos? É você Só você Que na vida vai comigo agora Nós dois na floresta e no salão Nada mais Deita no meu peito e me devora Na vida só resta seguir Um risco, um passo, um gesto rio afora É você Só você Que invadiu o centro do espelho Nós dois na biblioteca e no saguão Ninguém mais Deita no meu leito e se demora Na vida só resta seguir Um risco, um passo, um gesto rio afora Na vida só resta seguir Um ritmo, um pacto e o resto rio afora...
... si me callo no es por miedo... ... porque miedo es algo que no me atrapa más... ... me callo por respeto a lo que hay en los oscuros, en el aire, en el polvo... ... el callar viene de mi alma... ... no me duele, no me rechaza... ... porque tengo aquí las palabras que no están mudas... ... pero ocurre que no pertenecen a este mundo... ... y tocar lo sagrado... ... es para quien está aqui... ... no para lo mundano que intenta llevarlo... ... estas palabras son mías y tuyas... ... y sin decirlas, ya las sabemos todas...