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Dessas coisas que acontecem de repente...

[Ninguém é inofensivo] Parou frente ao espelho. Não séria, apenas ela. Ela que vinha correndo, pensando no que tinha que fazer e repetindo como um mantra o que não devia fazer, que sabia muito bem qual seria o próximo passo mas que vivia se esquecendo de fazer telefonemas, ela que perdia o fôlego mas disfarçava deveras bem... e , de repente, estava lá o espelho. De onde saíra? O que queria? O que indagava? Era um dia calmo, tranquilo e ensolarado. Meio da semana quase. Compras de supermercado atrasadas. Contas para pagar atrasadas. Muitos compromissos postergados. E agora, o que se queria realmente? Sabia mesmo o que devia e o que não devia fazer? Sabia realmente por que corria tanto? E apareceu o espelho. No qual ela quase trombou. E lhe olhava e lhe questionava. Por milésimos de segundos viu que ele lhe sorria. Mas como poderia ser? Que estranha sensação de ser e não ser ao mesmo tempo. Como queria simplesmente que nada acontecesse... E foi aí que viu. Foi aí que entendeu. Foi aí que...
Que me gaste yo la vida devorando cada pensamiento tuyo cada paso, que se borren tus lunares y aparezcan en reemplazo dibujados en tu cuerpo cada beso, cada abrazo. Y ahora que estás aquí yo de nuevo soy feliz pude entender que eras para mí. Dejame quererte tanto que te seques con mi llanto que se nuble cada cielo y que llueva hasta hacer charcos. Dejame besarte tanto hasta que quedes sin aliento y abrazarte con tal fuerza que te parta hasta los huesos. Y ahora que estas aqui yo de nuevo soy feliz, pude entender que eras para mí. Quiero excederme, perseguirte, pretenderte, quiero amarte noche y día, quiero gastarme la vida. Quiero amarrarte a mis sesenta de cintura, llevarte como un tatuaje, quiero perder la cordura. Quiero excederme, perseguirte, pretenderte, quiero amarte noche y día, quiero gastarme la vida. ... porque hay cosas que distraen, pero no me importan un pepino... ...las que quedan en silencio por aquí son las que me interesan... ... acuérdate de eso...
Nada me aflige mais do que a sensação de estar sentada numa cadeira incômoda. Aquela estranha esquizôfrenia de que a qualquer momento pode chegar alguém e dizer que aquele não é meu lugar. O pior é não descobrir o porquê de tal sensação. Igual a isso é estar em algum lugar no qual nos parece que está tudo perfeitamente em ordem. Mas escutamos além do silêncio e vemos além das formas.... E sabemos que não, nada está em seu devido lugar. E sim, tudo que está diante dos nossos olhos no fundo - talvez nem tão fundo assim - é um teatro, um grande teatro... ... e aos poucos tudo que se quer é voltar para o colegial, para as conversas nas escadas, para as corridas pelos corredores impecálvemente encerados, para o medo de que nos pegassem fazendo o proibido, para as cartas de amor anônimas e para a plena sensação de que o melhor ainda estava por vir...
La melancolía no desaparece ¡cómo llueve!, ¡cómo llueve! Ya es amiga mía, ya hasta me parece Que me quiere, que me quiere Ahora que no estás resbalando Va dentro de mi pensamiento Hasta el sábado ya no volverás Si lo pienso no me tengo El lunes nace ya, el martes llegará Con las calles tan vacías Roto el corazón El miércoles después, el jueves otra vez Cuando llueve cuatro días ¿cómo ida sin ti? El lunes llega ya, el martes es mortal ¿dónde estarás? La melancolía ya es amiga mía ¡cómo llueve!, ¡cómo llueve! Hoy me siento mal pero cuando estás Tus palabras me conmueven Tú me das la luz, me confortas tú Me dedicas tus canciones Y me llevas lejos de los sufrimientos Me provocas emociones El lunes nace ya, el martes llegará Con las calles tan vacías Roto el corazón El miércoles después, el jueves otra vez Cuando llueve cuatro días ¿cómo ida sin ti? El lunes llega ya, el martes es mortal ¿dónde estarás? La melancolía ya es amiga mía ¡cómo llueve!, ¡cómo llueve! Te telefoneo, me telefoneas E...
Como explicar o inexplicável? Dizer que por mais que seja complicado, no fundo é simples, que mesmo que pareça que não é importante, que não esteja sendo visto, os detalhes não passam despercibidos? É você Só você Que na vida vai comigo agora Nós dois na floresta e no salão Nada mais Deita no meu peito e me devora Na vida só resta seguir Um risco, um passo, um gesto rio afora É você Só você Que invadiu o centro do espelho Nós dois na biblioteca e no saguão Ninguém mais Deita no meu leito e se demora Na vida só resta seguir Um risco, um passo, um gesto rio afora Na vida só resta seguir Um ritmo, um pacto e o resto rio afora...
... si me callo no es por miedo... ... porque miedo es algo que no me atrapa más... ... me callo por respeto a lo que hay en los oscuros, en el aire, en el polvo... ... el callar viene de mi alma... ... no me duele, no me rechaza... ... porque tengo aquí las palabras que no están mudas... ... pero ocurre que no pertenecen a este mundo... ... y tocar lo sagrado... ... es para quien está aqui... ... no para lo mundano que intenta llevarlo... ... estas palabras son mías y tuyas... ... y sin decirlas, ya las sabemos todas...
Aqui está minha vida. Esta areia tão clara com desenhos de andar dedicados ao vento. Aqui está minha voz, esta concha vazia, sombra de som curtindo seu próprio lamento Aqui está minha dor, este coral quebrado, sobrevivendo ao seu patético momento. Aqui está minha herança, este mar solitário que de um lado era amor e, de outro, esquecimento
Eu tenho pressa e muita coisa me interessa Mas nada tanto assim... Ela tinha pressa, muita pressa. Sempre fora assim. Desde pequena o que mais ouvia era "mais devagar, mais devagar". Nunca entendera muito bem o porquê. NA verdade, até duvidava que ele existisse... Afinal de contas, ninguém lhe explicava porque realmente necessitava ir mais devagar... Era uma das regras arbitrárias que queriam que ela seguisse... e ponto final! E ela nunca aceitava muito bem as arbitrariedades da vida...
Amo tua voz e tua cor E teu jeito de fazer amor Revirando os olhos e o tapete Suspirando em falsete Coisas que eu nem sei contar Ser feliz é tudo que se quer Ah! Esse maldito fecho éclair De repente a gente rasga a roupa E uma febre muito louca Faz o corpo arrepiar Depois do terceiro ou quarto copo Tudo que vier eu topo Tudo que vier, vem bem Quando bebo, perco o juízo Não me responsabilizo Nem por mim, nem por ninguém Não quero ficar na tua vida Como uma paixão mal resolvida Dessas que a gente tem ciúme E se encharca de perfume Faz que tenta se matar Vou ficar até o fim do dia Decorando tua geografia E essa aventura em carne e osso Deixa marcas no pescoço Faz a gente levitar Tens um não sei que de paraíso E o corpo mais preciso Que o mais lindo dos mortais Tens uma beleza infinita E a boca mais bonita Que a minha já tocou

... como es interesante...

... como el mundo interior puede ser tan distindo de lo exterior... y que las cosas tomen un rumbo tan destino de que los otros esperan...
... y donde hay oscuridad es porque se opone a la luz.... ... no estamos lejos de la luz... sólo no podemos mirarla tan directamente...
A S S EM - RAZÕES DO A MOR Eu te amo porque te amo. Não precisas ser amante, e nem sempre sabes sê-lo. Eu te amo porque te amo. Amor é estado de graça e com amor não se paga. Amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse. Amor foge a dicionários e a regulamentos vários. Eu te amo porque não amo bastante ou demais a mim. Porque amor não se troca, não se conjuga nem se ama. Porque amor é amor a nada, feliz e forte em si mesmo. Amor é primo da morte, e da morte vencedor, por mais que o matem (e matam) a cada instante de amor. (ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo. Rio de Janeiro: Record, 2002.)
(o poeta é um fingidor...) Não tente me entender. Não agora. Não no meio disso tudo. Não quando me parece tão interessante Me perder. É duro, eu sei. Mas por um tempo eu tive certeza. Certeza deveras absoluta. (Finge tão completamente...) Até que certas frases foram proferidas. Certas dúvidas me foram mostradas. Afinal de contas, Me foi dito, Não gosto de você como você gosta de mim. E é interessante. Porque nunca se soube o que me passava Porque sempre fui ótima atriz e fingir é meu dom (Que chega a fingir que é dor...) Mas foi muito simples me mostrar Tudo o que eu devia saber. E agora, não me cobre Agora não me queira Sou eu que me sento a observar Porque gostar é algo muito singular. Interessante como tão fácil Você me deixou passar. (A dor que deveras sente...)

Let me tell you some stories that I refused to a long time ago

[Forbidden Pages – I] - Finally, I can try… Quantos problemas uma pessoa pode criar para si própria? Eu acho que já me criei demais. Freei de chofre. Aí, olha eu aqui: parada no meio do nada – ou no meio do tudo, para quem preferir – sem saber para onde ir, o que fazer. Só me mandei parar. Parar e respirar. Parar e ver. Parar e analisar. Parar e ver The Rugrats . Só que eu não posso estagnar. Essa é a parte complicada. Respirar fundo, respirar fundo 1, 2, 3 vezes , quantas vezes sejam necessárias, mas não ultrapassando as 20 vezes, porque senão você não faz nada mais na vida além de levar trombada e respirar. O caso é que nesses últimos tempos eu não respirei o máximo permitido. Eu extrapolei. E não parei. Estagnei. Bonito! Deu TPM generalizada. Pois, que seja. É assim mesmo. Meses bons, meses ruins... Que não se instaurem os meses ruins. Mas acho que vou superar. Estou indo bem. Até o presente momento, claro. Até eu tirar o próximo extrato bancário. A frase que mais me repito ultimame...
Hoje joguei tanta coisa fora Vi o meu passado passar por mim Cartas e fotografias gente que foi embora. A casa fica bem melhor assim O céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu E lendo teus bilhetes, eu penso no que fiz Querendo ver o mais distante e sem saber voar Disprezado as asas que você me deu Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua Merecia a visita não de militares, mas de bailarinos e de você e eu. Hoje joguei tanta coisa fora E lendo teus bilhetes, eu penso no que fiz Cartas e fotografias gente que foi embora. A casa fica bem melhor assim Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua Merecia a visita não de militares, mas de bailarinos e de você e eu. Tendo a lua aquela gravidade aonde o homem flutua Merecia a visita não de militares, mas de bailarinos e de você e eu.

... hace mucho... que todo es como es...

... y pues... Hay cosas que están aquí pero no están. Hay cosas muy silenciosas… que hacen ruidos inaguantables. Hay dolores… muchos dolores… Y ahora, no soy yo… y me duele ser yo… Me duele saber el fin… Me duele no saber salir de este laberinto. Y las cosas pasan… pues las cosas No son yo. Pero yo soy las cosas Y en ellas estoy. Y todo lo que me gustaría Era no sentir… como siento… No saber… lo todo que sé… Y nada es como ayer… Nada, nada será como es hoy. No digo que esté mal… No digo que sea lo peor… No lo digo, en verdad… Mejor pasar en silencio… Porque sí, Tengo miedo. Sé que lo tengo… Pues no es más mi boca quien habla… Pero es mi alma quien sufre… Quizás… Quizás… Alguien debe saberlo… En el momento… No soy yo este alguien… No que esté mal… Tampoco lo sé si será peor…. Sólo no lo sé… No sé ni siquiera lo que Debería saber…
No meu peito há Um demônio que urge E um anjo que chora
Nós somos resultado das nossas escolhas, de como crescemos, de como encaramos a vida, do que escolhemos comer ou não no café da manhã. Ninguém pode viver a nossa vida por nós mesmos... E quando escolhemos deixar que outros decidam por nós isso é uma escolha também. Devemos ter isso muito claro na nossa vida. E é bem verdade que devemos viver cada dia como se fosse o último dia de nossas vidas sem, entretanto, deixar de pensar no futuro. Há que se escolher a profissão pensando em viver dela, mas sem se esquecer que temos que amar o que fazemos. Essa coisa de ir para o trabalho todo dia desejando matar alguém - ou, o que é pior, se matar - não faz valer nenhum salário do mundo. E o que é pior: pode dar câncer e aí todo o seu salário magnífico pode não servir pra nada. Temos que ter nossas idéias firmes, nossas metas bem claras e manter a nossa palavra. Porém, não podemos nos esquecer que idéias mudam, metas nem sempre são a mesma coisa no real e no virtual e vez por outra não há como man...
Diz pra eu ficar muda Faz cara de mistério Tira essa bermuda Que eu quero você sério Bramas do sucesso Mundo particular Solos de guitarra Não vão me conquistar Eu quero vc como eu quero O que você precisa de um retoque total Vou transformar o seu rascunho em arte final Agora não tem jeito (Vo)cê tá numa cilada Cada um por si, você por mim Mais nada Longe do meu domínio, (vo)cê vai de mal a pior Vem que eu te ensino como ser bem melhor Longe do meu domínio, (vo)cê vai de mal a pior Vem que eu te ensino como ser bem melhor

Memories

Se eu não perdôo erros próprios, como podem querer que eu perdoe erros alheios?